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 Saindo de Belo Horizonte, pela BR 356 próximo à cidade de Itabirito já é possível ver os primeiros vestígios da mineração, em meio à natureza não é raro ver carcaças de montanhas com suas vísceras expostas. Essas montanhas, mortas, continuarão lá para nos lembrar da nossa ganância por séculos, se destacando em meio ao natural com formas desconstruídas e revelando o pior da presença humana.
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 A primeira parada da viagem foi a cidade histórica de Mariana, a primeira capital de Minas Gerais, como resultado da mineração de ouro. Hoje a maior parte de sua economia continua dependente da mineração, mas agora de ferro. Com o desastre da Samarco e consequentemente sua crise, o distrito deixou de acumular R$ 60 milhões no último ano. Andando pela cidade é possível ver os impactos, quase não encontrei restaurantes ou comércio abertos. O que ficou mais evidente, porém, foi o clima que ronda a cidade, mesmo sendo uma cidade turística, acostumada a receber visitantes, minha presença claramente gerou olhares de desconfiança e dúvida. A tradicional receptividade mineira foi sufocada pela tragédia. Do ouro, ferro. Da receptividade, desconfiança. Da cor, cinza.
 O caminho entre Belo Horizonte e Bento Rodrigues é cheio de paisagens incríveis, me arrisco a dizer que é um dos trajetos mais bonitos pela qual ja viajei. Em meio a incontáveis montanhas é possível entender o porque as empresas de mineração estão lá, as montanhas literalmente brilham, um brilho metálico, tamanha a abundância de minério.  
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 Saindo de Belo Horizonte, pela BR 356 próximo à cidade de Itabirito já é possível ver os primeiros vestígios da mineração, em meio à natureza não é raro ver carcaças de montanhas com suas vísceras expostas. Essas montanhas, mortas, continuarão lá para nos lembrar da nossa ganância por séculos, se destacando em meio ao natural com formas desconstruídas e revelando o pior da presença humana.
Saindo de Belo Horizonte, pela BR 356 próximo à cidade de Itabirito já é possível ver os primeiros vestígios da mineração, em meio à natureza não é raro ver carcaças de montanhas com suas vísceras expostas. Essas montanhas, mortas, continuarão lá para nos lembrar da nossa ganância por séculos, se destacando em meio ao natural com formas desconstruídas e revelando o pior da presença humana.
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 A primeira parada da viagem foi a cidade histórica de Mariana, a primeira capital de Minas Gerais, como resultado da mineração de ouro. Hoje a maior parte de sua economia continua dependente da mineração, mas agora de ferro. Com o desastre da Samarco e consequentemente sua crise, o distrito deixou de acumular R$ 60 milhões no último ano. Andando pela cidade é possível ver os impactos, quase não encontrei restaurantes ou comércio abertos. O que ficou mais evidente, porém, foi o clima que ronda a cidade, mesmo sendo uma cidade turística, acostumada a receber visitantes, minha presença claramente gerou olhares de desconfiança e dúvida. A tradicional receptividade mineira foi sufocada pela tragédia. Do ouro, ferro. Da receptividade, desconfiança. Da cor, cinza.
A primeira parada da viagem foi a cidade histórica de Mariana, a primeira capital de Minas Gerais, como resultado da mineração de ouro. Hoje a maior parte de sua economia continua dependente da mineração, mas agora de ferro. Com o desastre da Samarco e consequentemente sua crise, o distrito deixou de acumular R$ 60 milhões no último ano. Andando pela cidade é possível ver os impactos, quase não encontrei restaurantes ou comércio abertos. O que ficou mais evidente, porém, foi o clima que ronda a cidade, mesmo sendo uma cidade turística, acostumada a receber visitantes, minha presença claramente gerou olhares de desconfiança e dúvida. A tradicional receptividade mineira foi sufocada pela tragédia. Do ouro, ferro. Da receptividade, desconfiança. Da cor, cinza.
 O caminho entre Belo Horizonte e Bento Rodrigues é cheio de paisagens incríveis, me arrisco a dizer que é um dos trajetos mais bonitos pela qual ja viajei. Em meio a incontáveis montanhas é possível entender o porque as empresas de mineração estão lá, as montanhas literalmente brilham, um brilho metálico, tamanha a abundância de minério.  
O caminho entre Belo Horizonte e Bento Rodrigues é cheio de paisagens incríveis, me arrisco a dizer que é um dos trajetos mais bonitos pela qual ja viajei. Em meio a incontáveis montanhas é possível entender o porque as empresas de mineração estão lá, as montanhas literalmente brilham, um brilho metálico, tamanha a abundância de minério. 
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