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VIVÊNCIAS

 

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O que você não aprende sentado em uma mesa.

As vivências são experiências presenciais para quem quer aprender. Nelas, nossos anfitriões são nossos professores, nos ensinando que a vida tem muitas maneiras de fazer sentido e que no final somos todos iguais e diferentes ao mesmo tempo.

As vivências são experiências de imersão. Experimentando o tema in loco, vivendo outras realidades e tendo nossos anfitriões como professores aprendemos que a vida tem muitos e diferentes sentidos e significados.

Quando acontecem?

As vivências não tem data nem local fixo para acontecer, elas dependem muito dos nossos anfitriões e do assunto abordado, mas pode ter certeza, você terá tempo para se planejar para elas.

As vivências simplesmente acontecem, elas não tem data nem local fixo, dependem dos temas e principalmente dos nossos anfitriões. Preparamos tudo que podemos controlar e abrimos nossos olhos e mentes para o inesperado. É justamente isso que as faz tão especiais. Para saber sobre a próxima vivência ou solicitar um tema específico clique aqui.

Como acontecem?

Antes de todas as vivências os participantes recebem um treinamento teórico sobre o assunto abordado e como tirar o melhor proveito da experiência. Após as vivências, também nos reuniremos para trocar nossos aprendizados.

Para aproveitar as vivências da melhor maneira possível tudo começa e termina com conhecimento. Antes de cada expedição, um encontro de contextualização e preparação, depois de cada uma delas, um encontro para dividirmos e somarmos nossos aprendizados.

Para quem são?

As vivências são para aqueles que querem conhecer verdades por meios não convencionais. São para os que querem se inspirar para poder inspirar a outros. São para os que desejam despertar para novos conhecimentos e novas formas de olhar o outro.

As vivências são para os que buscam sua própria verdade, para os que querem conhecer a vida com seus próprios sentidos. São para os que querem se inspirar para gerar movimento. São, principalmente, para os que querem despertar para o “olhar do outro”.